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O tipo certo para cada fase

Da infância à adolescência, descubra por que ele é um aliado durante as diferentes etapas do crescimento
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Sabemos que até os dois anos de idade o único leite que a criança pode tomar é o materno, segundo as recomendações do Ministério da Saúde. Depois disso, é possível introduzir o leite de vaca na alimentação, se ela não for alérgica à proteína do leite nem apresentar sinais de intolerância à lactose.

Dos dois até os nove anos, o leite é um bom aliado para acelerar o crescimento, não só pela presença do cálcio, que forma os dentes e os ossos, mas por estimular a produção da proteína IGF-1, que aumenta a captação de aminoácidos, que por sua vez vão formar novas proteínas que beneficiarão o comprimento dos ossos. Para chegar à quantidade ideal de cálcio, uma criança que tem de quatro a oito anos pode tomar duas xícaras (250 ml) de leite por dia, segundo o Manual de Orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Na adolescência, o leite tem um papel crucial, pois a massa óssea cresce mais rapidamente. É nessa etapa que acumulamos metade do pico da massa óssea que teremos ao longo da vida, segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura). “É justamente na puberdade que as meninas e meninos precisam de cálcio, porque vão passar pelo estirão de crescimento. Além disso, é nessa fase que a densidade mineral óssea é formada. Ter ossos fortes na idade adulta e na velhice depende diretamente disso”, completa a nutricionista Olga Amancio, presidente da SBAN (Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição).

Para atingir a necessidade diária de cálcio (1.300 mg), um adolescente pode consumir de três a cinco porções de leite e derivados – uma porção equivale a 240 ml de leite ou iogurte ou duas fatias de queijo, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria.

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Fontes: FAO e Olga Amancio, presidente da SBAN

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